Superexposição, microfama e privacidade são nossos próximos temas
Em nosso mundo ultraconectado a fronteira que separa a auto promoção eficiente de um desastre é tão pequena que nem Google Maps pegaria.
Muitos acham que twittar sobre qualquer coisa, mandar e-mail folgadinho para um primeiro contato com cliente, pagar mico em eventos da moda representam o que há de mais avançado em termos de marketing de guerrilha, marketing pessoal, PR, ou como você quiser chamar a atividade de se autopromover. Mas será isso mesmo?
Estamos colocando a cabeça para pensar a partir de hoje, graças a um e-mail que chegou outro dia do nosso amigo e colaborador Maurício Domene que já participou do episódio sobre músicos e é o autor das vinhetas aqui do podcast.
E você? Já passou por momentos de autoexposição vexatórios? Já pensou que ia tirar onda e pagou mico ao tentar promover seu trabalho? Comente logo abaixo, mande email, twittadas (grafando sempre com #falafreela) e recados de voz que a gente comenta!
Ah vai, já que o assunto é esse, aproveita para aparecer!
assine você também!






8 comentários
Quem trabalha usando o próprio nome, coisa que o mauro já comentou no carreirasolo, deve dobrar a atenção pra este tipo de coisa.
Qualquer cliente curioso, em busca de referencias ou qualquer coisa do tipo pode acabar caindo na sua conta de algum fórum ou orkut.
Pra evitar este tipo de coisa, o melhor é se guardar, usar das opções de privacidade deste tipo de site ou ainda sobrenomes diferentes, o que acham sobre isso?
Um abraço. Sucesso.
Rafael Paranaiba - March 16th, 2009 at 9:10 am
Excelente questão Rafael. Usar vários sobrenomes e apelidos me fez lembrar um outro antigo artigo do Carreirasolo sobre personas digitais. Vale a leitura:http://carreirasolo.org/inspiracao/persona-unica-vozes-varias
Mauro - March 16th, 2009 at 4:57 pm
Da série “Como não pensei nisso antes!”, hehehe, mas na verdade, já pensei muito, principalmente na epoca de iniciar a vida como freela… e ainda cheguei a conclusão que os clientes dão mais valor aos freelas que mesmo sendo uma pessoa só, utiliza o nome de uma empresa.
Diego Teixeira - March 16th, 2009 at 6:58 pm
Olá a todos, tô ficando viciado nessa parada, fico desesperado até a segunda-feira, hehe.
Pessoal, moro em uma cidade pequena à 150km de curitiba, e no meio desse caminho tem uma cidade maior que a minha que é muito desenvolvida, tenho vontade de fazer trabalhos lá, fazer uma divulgação, etc.
Mas se eu citar que sou da cidade do lado menor, menos habitantes, é certeza que ninguém irá realizar algum trabalho comigo. Então pensei em pegar uma linha telefônica em curitiba e direcionar para meu número, até acho que escritórios virtuais fazem isso.
Vocês acham válido isso ? Abraço
Vilson - March 17th, 2009 at 9:39 am
@Mauro
Ótimo artigo. Mas existem questões um pouco mais delicadas. No seu caso, as múltiplas personas citadas são produtoras de conteúdo e não estão ligadas a nada que possa te constranger. Diferente de nosso amigo Fulaninho, que participa das comunidades “odeio cliente burro” e “me amarro em mulheres casadas”, além de fazer parte de um fórum sobre humor negro e outro de pirataria.
É um exemplo meio tosco, mas e aí, o cara deve se privar destas coisas e assumir uma posição séria e profissional o tempo todo na web?
Um abraço. sucesso.
Rafael Paranaiba - March 17th, 2009 at 10:33 am
Rafael,
Número 1: “privar destas coisas”: não são coisas exatamente ruins de se ficar sem né?
Número 2:”assumir uma posição séria e profissional o tempo todo”…na vida né, Rafael?
Vale lembrar: sério não quer dizer sem humor.
Mauro - March 17th, 2009 at 11:09 am
@Mauro
tem razão, como eu disse, exemplo tosco.
acredito ser é uma questão que varia muito da forma como se usa a web, eu mesmo prefiro que alguns clientes não tenham acesso ao meu perfil do orkut ou twitter, pois trato estas ferramentas de uma forma bem pessoal e despreocupada (apesar de não participar das comunidades do Fulaninho, hehe).
Acho que cabe a cada um analisar seu perfil e gerenciar isso com bom senso.
Aguardo ancioso o podcast.
Um abraço.
Rafael Paranaiba - March 17th, 2009 at 12:11 pm
Referente ao assunto levantado para a pauta, eu acho que a maioria de nós concorda que errar é humano e é parte do aprender , mas eu acho que existe uma coisa que queima filme e queima o filme do profissional “forever”, a qualidade do trabalho que ele apresenta… isso parece óbvio, mas eu vejo isso com uma freqüência alarmante… meu “causo” é o seguinte, eu não sou freelancer (por N motivos e N desculpas esfarrapadas), mas eu trabalho em uma agência web pequena aqui em santa catarina como programador , nós trabalhamos com uma parte do design e outras cositas mais terceirizada com freelancers, frequentemente designers e outros profissionais entram em contato conosco para fazer o bom e velho markting pessoal, o problema é que desses diversos são sobrinhos ou aparentam ser, devido a qualidade baixíssima do trabalho , é claro que esses profissionais são sumariamente eliminados de qualquer contato futuro.
Eu vejo assim, se for se promover, tenha certeza de mostra o melhor trabalho que você pode (e tenha certeza que ele está bom), porque felizmente ou infelizmente a primeira impressão é a que fica, ou pelo menos é a mais difícil de apagar da memória…
Jonathan - March 19th, 2009 at 1:05 pm
Deixe o seu comentário: