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Sinestesia empreendedora

Daydreamer
Creative Commons License photo credit: h.koppdelaney

É isso aí, deixando os sobrinhos um pouquinho de lado, vamos ao polo diametralmente oposto para oferecer um guia para quem, sentindo no ar o clima de mudança, resolver embarcar no empreendedorismo radical e abrir sua empresa, firmar-se como marca e definitivamente crescer.

É um momento onde devemos praticar uma espécie de sinestesia empreendedora, ouvindo cores, enxergando sons, enfim, utilizando todos os sentidos em sua forma mais rica para sacar tempos e movimentos. E para fincar seus pés nos próximos passos. Não que eles não representem dúvidas. E é por isso que estamos aqui.

O espírito free(la) contina em quem vira empresa? Como mostrar para clientes que você agora coordena um time de talentos? Como saber a hora certa?

Esperamos vocês nos comentários e e-mails. E quem quiser levar esse post para as redes sociais para que a discussão floresça por lá, é só escolher os ícones abaixo.


24 comentários

Muitissimo interessante o tema! Estou iniciando como freelancer porém nem penso ainda em me tornar empresa!

Acho que é interessante antes de tomar o rumo como empresa seria interessante ter alguns clientes fixos, se possível que gerem receita mensal, ajudando assim a cobrir os custos fixos a mais que a empresa gera.

Creio que o principal ao se tornar empresa é que você para de ser tratado como apenas um e começa a ser tratado como parceiro, pelo menos em Minas ainda existe muito a mentalidade de que se você não é empresa é como se fosse um funcionário que deve estar ali, o tempo todo por conta do cliente, então para começar com o pé direito acho que seria fazer uma pequena campanha entre os seus clientes atuais e antigos clientes avisando que você esta se tornando uma Marca. Um flyer, banner ou até mesmo um encarte com os produtos/serviços e principalmente os objetivos da empresa.

Acredito que isso de cara já va reforçar a idéia de bom profissional e sua empresa será automáticamente bem aceita entre os seus clientes.

Mineiro tem mania de comer quieto, cresce calado. Mas acho importantissimos que este grande passo seja dado informando a todos!

Já o espírito freela, bom, este acho que pode continuar né, mas algumas outras responsábilidades são agregadas ou seja, trabalho em dobro, cobrança em dobro mas com certeza recompensas em dobro também.

Lucas Schirm - September 10th, 2009 at 3:07 pm

Acho que muita gente que ouviu o podcast 34 se identificou como sobrinho hahahaha

Estou planejando em trablhar por conta propria, mas tenho que pensar muito nisso, ouvindo o podcast do falafreela eu escuto vocês conversando sobre um assunto que sempre é do meu interesse. e pena que é apenas 30 minutos de papo.

khemraj junior - September 10th, 2009 at 3:14 pm

Um dos problemas em virar PJ é que se você faz freelas para outras empresas (agencias, produtoras), de repente pode começar a ser visto como um concorrente e não mais como fornecedor.

Para quem faz freela desse jeito é uma coisa pra cuidar bem. Abrir PJ só para poder dar nota fiscal, etc, ok. Se for para partir para o empreendedorismo e abrir novas portas, cuidado com as portas anteriores que pode estar fechando sem perceber.

Nada de errado em fechar portas, desde que seja algo planejado e conciente.

Domene - September 10th, 2009 at 4:14 pm

Fui CLT de 1996 a 2001. Em 2002, comecei meu trabalho como freela e só em 2006 abri minha empresa. E o motivo foi esse: precisava emitir uma nota fiscal. E depois desse período, abriram muito mais portas do que se fecharam.

Abrir uma empresa exige responsabilidade, disciplina e muita dedicação. Mesmo que seja esquema home-office, sozinho ou com assistente, abrir uma PJ é ótimo, e não traz apenas a NF, traz credibilidade aos seus clientes, mostra solidez. O freela tem ainda muito a cara da pessoa desempregada, que trabalha a qualquer custo sob qualquer prazo.

Com o PJ você continua como freela, mas agora em outro patamar de discussão e negociação.

Qual a hora certa? Entendo que seja a hora de dar o próximo passo, quando você acredita naquilo que faz, quando está pronto para assumir riscos e principalmente quando percebe que está preparado para a praticar a arte de negociar.

Danilo Salvego - September 10th, 2009 at 5:56 pm

Well… Acredito que todo mundo quer uma empresa para chamar de sua. Uns correm mais outros menos atrás disso… Cada um no seu tempo e espaço.

Quanto a mim, estou fazendo minha inscrição como autônomo na prefeitura… Talvez seja o segundo passo, se considermos que me assumir freelance tenha sido o primeiro, em rumo à este – não tão útóico assim – sonho.

Devagar e sempre… A gente só não pode parar.

Abraço à todos.

Revan Berger - September 11th, 2009 at 6:53 pm

em tempo, no post anterior, onde se lê “útóico”, leia-se “utópico”.

Revan Berger - September 11th, 2009 at 6:54 pm

Ah! Para finalizar… Tenho feito diversos cursos no SEBRAE. Mesmo que não me lance PJ, estou preparando a bagagem.

Agora é tchau mesmo.

Eu acho.

Revan Berger - September 11th, 2009 at 6:55 pm

Revan, algumas dicas: muito cuidado com o registro de autônomo. 1- saiba que pra cada NF emitida seu cliente é obrigado a recolher 11% do valor. 2- a maioria das empresas não querem essa responsabilidade e acabam não aceitando esse tipo de NF. 3- e por favor, não esqueça de cancelar seu registro quando for abrir sua PJ. Não faça como eu q depois de anos descobri uma dívida monstruosa na prefeitura.

E boa sorte!!!

Danilo Salvego - September 11th, 2009 at 7:16 pm

Escuto todos os podcasts, não perco nenhum, acho que vocês só tem a somar na carreira de todos, continue assim, parabéns.

Hildo Antônio - September 12th, 2009 at 12:53 am

Sou freela integral há 1 ano e meio e o fato de não ter nota fiscal sempre foi uma fragilidade exposta na hora da negociação. Além da mudança de postura (empreendedorismo), sinto que abrir empresa é sobretudo uma necessidade para quem realmente quer seguir crescendo como freela. Ou não? Adoraria ouvir a opinião da turma, pois estou prestes a abrir minha empresa (frio na barriga).

Badah - September 12th, 2009 at 4:28 pm

Danilo, Valeu pelas dicas. Na realidade, a inscrição como autônomo seria mais para dar uma credibilidade maior junto aos novos clientes. Afinal, a grande maioria não pede NF. O bom e velho recibo é sempre o mais pedido.

Mas como o processo está para ser iniciado, vou estudar mais um pouco.

Veleu.

Revan Berger - September 13th, 2009 at 7:58 pm

A aproximadamente 2 anos, eu trabalho como freelancer, e uma coisa que eu venho percebendo nos últimos meses, é que as agências vem cada vez mais, reduzido o número de profissionais contratados para trabalhar com freelancer (por job). Isso pode ser visto de duas maneiras: a primeira é que pro freela isso é bom, pq aumentam os trabalhos, mas do mesmo jeito pode ser visto de maneira negativa, pois se as empresas preferem pagar por job, pode querer dizer que não estão ganhando o suficiente pra manter sua estrutura.
Boa sorte a todos, e parabéns pelo programa. :-)

Luciano Souza - September 14th, 2009 at 6:40 pm

Muuuuuito bom o tema. Acompanho o FalaFreela desde o começo do ano, quando decidi largar o meu emprego e me tornar um freela.
Acontece que de lá pra cá muitas idéias surgiram e acabou que estou montando um negócio junto com dois amigos.
Uma das maiores dificuldade que tivemos foi na definição da sociedade, já que dois de nós executamos tarefas muito semelhantes e outro não.
Os trabalhos são muito diferentes e o volume de trabalho também é. Logo um sempre acaba trabalhando mais que o outro. Como equacionar esse dilema para que ninguém saia perdendo?
Como levar a carreira freela junto com a sociedade?

Carlon - September 14th, 2009 at 8:01 pm

Tema muito bem escolhido e não teria melhor hora para escutá-lo.
Eu e meus outros 3 colegas da faculdade pretendemos trabalhar juntos não muito tempo após o término da faculdade, que será neste ano.
Na expectativa!

Flávio Yamamoto - September 14th, 2009 at 8:43 pm

Trabalho como freela há 5 anos e comecei a me dar bem há 3, principalmente em design editorial.
Tentei alinhar uns colegas para empreitada, mas não tive sorte, ou pq seguiram caminhos, ou não estão dispostos.
Sou PF e compro NF (a 6% :D ) e meu contador dá um certo olé na Receita.

Mas espero encontrar ideias q adicionem àa minhas.

Manoel C - September 17th, 2009 at 1:35 pm

Ótimo tema, amigos freelas!

Hoje, conheço algumas pessoas que começaram a se enveredar por esse caminho das “nano-empresas” com esse espírito freela. Mas todos passam pelo dilema: como convencer aos seus clientes que essa empresa é sólida e que seus preços (mesmo os elevados) são justos.

Bom, não farei nenhuma questão em específico dessa vez. Creio eu que vocês vão me esclarecer no decorrer do próprio cast.

No mais, fico no aguardo do programa.

Abraços.

Gustavo Kitagawa - September 23rd, 2009 at 9:46 am

Atualmente estou estudando sobre Empreendedorismo e lendo uns três livros sobre o assunto e uma das frases que mais me chamou a atenção foi essa que acho que reflete bem o mundo dos freelas também:

“Os empreendedores devem se mover rapidamente com base em suas idéias ou as oportunidade poderão deixar de existir. O mundo deles é de talento, espontaneidade e combate”

Abs e não vejo a hora pra ouvir o próximo episódio da meia hora mais valiosa do meu dia!

Eduardo rurounikz - September 23rd, 2009 at 10:17 am

Mauro, Hulberto e Carol,

estou muito ansioso por esse episódio pois trata exatamente da minha atual realidade. Há mais ou meno um mês estou tocando minha empresa Ellum Interatividade Digital, e estamos indo muito bem por sinal graças a varias dicas de vocês.
Estou basicamente gerenciando projetos e captando profissionais para o trabalho específico. Nesse tramite, estou sentindo falta de uma garantia, tanto do meu lado, que estou contratando o serviço quanto do lado do profissional.
Queria saber se existe uma forma menos burocrática que um contrato para se ter essa garantia.

Mateus Rocha - September 23rd, 2009 at 3:49 pm

Bem bacana o tema… Estou vivendo um momento onde me encaixo nesta temática, e fico aguardando ansiosamente o episódio para conferir. Aliás ultimamente tenho me identificado muito com o temas do falafreela… Quero aproveitar para parabenizar toda a trupe pelo trabalho, e em especial ao carreira solo onde tive meu primeiro contato com o universo freela em meados dos anos 90 (se não me falha a memória em 97, quando era estagiario), se não era o carreira solo era algum site muito similar hehehehe. Abçs

Arlington Siqueira - September 29th, 2009 at 7:58 pm

Oi pessoal… Alguma previsão?

Revan Berger - September 30th, 2009 at 12:45 pm

Então, tenho aulas de empreendedorismo na facul e realmente estou começando a querer iniciar alguma coisa, mas confesso que a preocupação com o “arroz e feijão” me vetam!

Sei q preciso ter um networking apurado! Mas ainda não sinto firmesa…

A pouco tempo comecei a realizar um freela, todo bem elaborado, com briefing bem feito, apresentação de layout para discussão, segurança no que era passado ao cliente, tudo bem direitinho. Mas perdi o job para um sobrinho, que pode baixar o valor significativamente. O que fazer? Acho q o valor passado é relativo ao trabalho e dedicação que dou a cada job… enfim, é isso! Valeu galera do F.F.!

Lucas Mattioli - October 2nd, 2009 at 9:42 am

Este tema é ótimo. Sou autônoma há quase cinco. Quer for designer, pode dar um jeitinho e fazer a inscrição de artesão.
Algumas empresas tem receio da contratação do serviço por causa da porcentagem, mas existem certas manhas relacionadas a negociação e preço.

Alguns designers, desenvolvedores de sistemas, terceirizam a função comercial comigo. Auxilio na captação, confecção do contrato, negociação e atendimento e outras cositas.

Estou prestando consultoria para alguns amigos que desejam abrir um estúdio de criação. Algo que eles não sabiam é que podem cortar muitos custos utilizando os serviços de um escritório virtual.

Há muita informação a ser passada aos que decidem iniciar um negócio próprio, dúvidas a serem tiradas.
Tenho certeza que vai rolar sequências deste podcast.

Abraços e continuem persistindo!

Geisa Santos - October 6th, 2009 at 9:39 pm

Acho que o diferencial do freela é o atendimento, a agilidade, melhores preços em relação às empresas, o fato de o cliente falar diretamente com quem está fazendo o trabalho. Se você monta empresa, forma equipes, abre escritório, aumenta seu volume de trabalho, etc, você passa a ser, na visão dos clientes, uma empresa como outra qualquer. Perdendo suas características de freela, você perde seu diferencial.
Na minha opinião, devemos sim abrir empresa para facilitar os trâmites burocráticos, nota fiscal, etc, mas continuar com a essência do freelance.

Durva Simão - October 8th, 2009 at 11:05 am

Cade o podcast? Não vai mais ter???

Sandro Josant - October 15th, 2009 at 1:43 pm

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