FalaFreela#19. Os segredos de coordenar trabalhos em grupo.
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Se você é daqueles que prefere sentar em seu home-office e esquecer o mundo, é bom prestar atenção no episódio 19 da meia hora mais valiosa do seu dia, o podcast do Carreirasolo.org.
Porque hoje nosso papo é sobre técnicas e dicas de se trabalhar em grupos. Você sabia que trabalhar ao lado de profissionais de outros perfis ou até mesmo da mesma atividade tem seus segredos? Ouça e fique sabendo com entregar mais rápido, melhor e com as vantagens que só várias cabeças conseguem ter em relação ao trabalho solitário. (sem trocadilho, please)
E por falar em várias cabeças, Mauro Amaral, Humberto Oliveira e Carolina Vigna-Maru bateram um papo sobre e esses outros assuntos, aproveitando para ler os e-mails e twittes que chegaram durante a semana.
Se você quiser participar, estamos esperando sua dúvida ou sugestão por e-mail, arquivo de voz (mande um mp3 por email ou pelo Gtalk) e twittada (use o #falafreela para ajudar na busca, ok?)
Ah sim só para adiantar falamos muito de gerenciamento de projetos então, relacionamos alguns programas úteis para organizar o trabalho da turma: Task Jungler, OTRS, Edge Wall, Xplanner, Web PBC, OpenWork Bench e OpenProj
Para fechar, seguindo a linha de que a cada episódio usaríamos músicas de um único álbum e assim apontaríamos uma referência musical bacana, selecionamos a trilha sonora original do Ocean´s Eleven (2001). Porque? Sinceramente, você já viu um trabalho de grupo tão bem conduzido como aquele?
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28 comentários
Eu uso para gerenciamento de projetos o Creative Pro Office, eu acho ele muito bom, é facil de usar e bem completo. o endereço é http://www.creativeprooffice.com vale bastante a pena!
abração!
Gui Moreira - February 16th, 2009 at 9:27 am
ótimo, estou ouvindo.
vou me mudar este mes e passarei a dividir um homme office numa sala maior com mais 2 pessoas, amigos que cursam o mesmo período.
tenho certa dificuldade de trabalhar em grupo, espero que esta experiencia me ajude a melhorar isso.
sucesso, forte abraço.
Rafael Paranaíba - February 16th, 2009 at 11:08 am
Confesso que meu início de 2009 tem estado um pouco corrido, mas não podia deixar de comentar.
O episódio 18 foi curtinho, Mauro estava viajando, entre outros fatores que fizeram com que o episódio fosse bem legal, mas não figure entre os meus preferidos. Na verdade, a própria crise e a abordagem com que muitos grandes veículos de massa a tratam faz com que qualquer dissucssão sobre o assunto sempre aparente superficialidade pra mim.
Com o episódio 19, sem dúvida o FalaFreela voltou à sua melhor forma. Agora sim uma Season Premiere de estourar miolos. O podcast retorna, causando em mim o mesmo efeito que na primeira temporada. Uma enxurrada de idéias, criatividade a flor da pele, e mais um monte de sensações que me fazem sempre ouvir o episódio com um bloquinho de notas, para registrar alguns insights que vão ocorrendo.
A trilha de Ocean´s Eleven é ótima. Quando aliada ao motivo de seu uso no episódio, sem dúvida ganha ainda mais valor.
Sem dúvida, o FalaFreela é um podcast que, a cada episódio, indico pra bem mais do que 3 pessoas.
Gustavo Nogueira - February 17th, 2009 at 10:37 am
Gustavo,
Muito obrigado pelas críticas sempre construtivas e presença valiosa! A segunda temporada vem que vem!
Mauro - February 17th, 2009 at 10:40 am
Voltaram com tudo em, gostei bastante do podcast 19 acho que vocês abordaram o assunto com a mais clareza possível. Obrigado por terem respondido minha pergunta foi de grande ajuda, até mais!.
Pedro Barroso - February 17th, 2009 at 4:40 pm
So quero deixar uma coisa bem clara aqui com relacao a primeira pergunta, sobre a ameaça do cliente de processar o cara porque ele nao quer dar o fla.
Vamos entender 2 coisas: produto e projeto.
Quando a menina ae do blog faz uma arte gráfica, é evidente que ela foi contratada para entregar um arquivo necessario para o trabalho de impressao, no caso .cdr (corel draw).
O cliente dela precisará desse arquivo para rodar a vida dele. Contudo ela não é obrigada em NENHUM momento a entregar os rascunhos que a levaram ao produto final.
Isso detalhei pq estamos falando de legalidades e obrigacoes.
Quando fazemos um sistema em PHP, nao entregamos em si o CODIGO-FONTE… Entregamos SIM o produto FINAL. Porem no caso do PHP ha uma igualdade entre codigo fonte e produto final, pois ele nao tem uma arquitetura que o proteja, ou seja, tudo é naturalmente aberto a vista de qualquer um.
É bom lembrar que estamos separando conceitos de produto final e matriz de producao, ou o codigo fonte.
No caso do Flash, ele não tem arquitetura aberta.
SE o cliente pagou pela PROPRIEDADE do código fonte, entao ele de fato deve receber o .FLA .
Porém caso contrário, ele apenas receberá o SWF, e nao ha justiça que exerça qualquer obrigação, porque se assim fosse, ao comprarmos um carro, ou um processador, poderiamos pedir os arquivos de projeto que levaram a sua consecução.
No entanto é bom frisar que ao comprarmos um carro OU um processador, recebemos apenas o manual de uso, e nao o projeto matriz.
Pois entregar o projeto implicaria em simplesmente jogar anos e milhoes de dolares em pesquisas na sua mãozinha. Ou aquela marca BMW estar te entregando tudo o que foi obtido com resultados carissimos de tuneis de vento, coeficientes aerodinamicos e demais caracteristicas de motor e design.
O carinha la pegou um cliente MALA, que chegou logo ameaçando, isso sem qualquer contrato exercido.
PORRA se vc nao tem contrato, qual a obrigacão? É pra isso que serve um contrato: pra legalizar direitos e deveres.
Código fonte é propriedade privada, a menos que voce pague muito mais caro por ela.
Lembro de um site na internet onde vendia um componente do flash, o famoso flip book: 25 dolares o plugin, 475 dolares o codigo fonte.
E ae? Voce vai ligar pro site la e exigir deles o código fonte?
O que o cliente do cara pode exigir é que ele conserte um erro, contanto que esse erro SEJA UM BUG do programa, e não advindo de mal uso do sistema.
Qualquer coisa fora isso, se ele escolheu um desenvolvedor preguiçoso, ruim, mal carater, o cliente foi que se ferrou.
Da mesma maneira acontece quando escolhemos uma namorada ruim, um carro ruim, ou compramos lotes de ações na bolsa, e ela despenca.
Podemos exigir algo de volta? NAO. So o que ficou foi a experiencia do alerta “aprenda a saber em quem apostar”.
Essa é a maxima da vida…
Aprenda a saber em quem apostar:
- no freela parceiro
- no hardware que voce acabou de comprar
- na area que voce acabou de alugar sua sala
- nas pessoas que o cercam e fazem sua vida
É isso, valeu navegantes!!!!!
Eugenio Hertz - February 20th, 2009 at 11:44 am
Bom, como eu sou a “menina ae”, respondo.
Achei que tinha deixado claro que existem muitos designers bons e respeitados que pensam e agem diferente. Em todo caso…
Sim, eu entrego tudo do job do cliente. Entrego o “código fonte” de tudo. Entrego inclusive pesquisa que fiz para chegar a tais e tais resultados.
O flipbook, por exemplo, eu não uso, não gosto, e um dos motivos é justamente pagar por algo que não recebo de verdade. Além dele ter algumas questões de SEO, mas isso é outro papo.
Portanto, caro Eugenio, está aqui registrada vossa opinião, que, assim como a minha, é apenas mais uma opinião.
Não existe uma única verdade.
Não existe uma única conduta.
Não existe apenas um tipo de profissional.
Abraços,
Carolina.
(que sim entrega tuuuuuuudo do cliente, mesmo as coisas “proprietárias” como o .indd de uma diagramação)
Carolina Vigna-Maru - February 21st, 2009 at 6:21 pm
Eu não sou da área de design nem de programação. Sou músico, então minha percepção do problema pode estar completamente errada, mas…
No meu caso, se um cliente quiser as fases intermediárias de um trabalho, os instrumentos de uma gravação em separado, etc, eu posso entregar sem problema. Não há como eu me prejudicar ao dar ao cliente isso. o trabalho já foi feito, ele tem direito a tudo o que eu fiz, no formato que ele quiser. Se eu precisar gastar horas preparando o formato que ele quer (e não tinha sido combinado) posso até cobrar por esse trabalho, mas só.
Por não conhecer a área de vocês posso estar enganado, mas não consigo imaginar como um profissional possa se prejudicar ao fornecer o codigo fonte. O que ele pode deixar de ganhar com isso?
O cliente vai pode fazer alguma alteração depois sem o seu trabalho? Ora, e isso não é um direito que ele tem? Ou vai ficar preso ao profissional que fez o projeto? Por que ele teria que ficar preso? A não ser que o contrato estabelecesse algo do tipo: vou cobrar pela criação do projeto um valor mais baixo, mas em compensação vou pegar um contrato de manutenção por um tempo X que cubra o valor baixo cobrado inicialmente. Mas isso é uma coisa bem particular, como o que as operadoras de celular fazem ao subsidiar os aparelhos em troca de um plano de fidelidade.
Domene - February 21st, 2009 at 7:53 pm
Li a continuação da conversa nos comentários ontem, e coincidiu com algumas coisas tratadas no início deste post do Sketcheria – http://montalvomachado.com.br/blog/?p=1239
Sem dúvida, é um caso a aprofundarmos a conversa.
Gustavo Nogueira - February 27th, 2009 at 9:33 am
Hoje em dia, com essa onda de código aberto, cada vez mais fica difícil o cliente “não exigir” isso. Essa questão do .FLA é uma novidade e um caso excepcional que deve ser levado como aprendizagem para todos aqui. Tratando de sistemas na web, eu adotaria rodar o sistema em meu servidor, a ter que entregar o código fonte ao cliente. Seria uma forma de prevenir mal uso com o código fonte. A não ser que o projeto fosse exclusivamente a pedido dele, então como não vou re-utilizar isso, entrego tudo mesmo.
Renato Gil - February 27th, 2009 at 10:13 am
Cadê o episódio 20? Não é toda segunda que sai um episódio novo? Senti falta!!!
Abraços.
Leandro Camilo - March 4th, 2009 at 10:57 am
Opa… demorei mas vamo la…
Carolina, essa é pra vc.
Olha, caso voce queira dar de bandeja ao cliente todo o seu esforço, e cobrando apenas o preço do produto, isso se deve porque voce quer talvez superar o gandhi, madre tereza ou qualquer similar que apenas deseja o bem da humanidade.
Acontece carolina, que voce é uma designer gráfica, e como tal voce deve entregar as matrizes, ou seja, jpg ou cdr, porque caso contrario nao teria como o cliente usar o seu produto…
A natureza do seu negocio é essa, e não ha nada de errado com isso.
Mas porque será que se ligarmos pra Intel e pedirmos as matrizes e esquemas do desenvolvimento do processador, eles simplesmente vao dizer um WHAAAAAAAAAAT bem grande?
Porque a intel funciona da mesma maneira que eu, que voce….
1 – Gastei grana com anos de universidade
2 – Gastei muito tempo com estudos e práticas, e minha experiencia é advinda disso, e tenho de ser recompensado
3 – Todo o meu esforço é resultado do ponto 1 e 2, sem contar os niveis pessoais, onde eu conquistei amigos e fiz boas pontes de referencia… gente que me ajuda quando preciso, e fazem diferença na resolucao de um problema.
Até onde sei, o estudante sai da universidade seco seco, e a partir dali qualquer evolucao é pessoal, e disso resulta a fama da pessoa (vide Hans Donner).
Entao independente de SEO ou nao (isso é outro assunto), o flip book é pago… Plug in é um preço, e matriz é outro.
Porque? Por tudo que eu falei acima, pra proteger exclusividade e investimentos, fatores que ajudam a dar destaque e impulsionar qualquer empresa.
No entanto, se voce é designer, e lida especificamente com a producao gráfica, entao voce deve explicitar isso, para que ninguem saia produzindo verdadeiros sistemas e dando tudo de graça achando que é o correto.
Nao existe nenhuma predisposição legal que dê suporte ao seu argumento. Caso contrario teríamos ha muito tempo a formula da coca-cola, e todos os codigos dos jogos de videogame, bem como suas tecnologias, seriam tudo de graça tb, bastando pedir.
A Electronic Arts (produtora e distribuidora de jogos pra computadores e videogames) mantem vários projetos financiados em universidades dos melhores centros, e com isso uma parte da tecnologia e inovacao voce vê nos jogos que SO ELA TEM, vem desses estudos patrocinados.
Porque voce acha que as outras empresas desenvolvem seus projetos proprios? Porque ao comprar um jogo da electronic arts, ela nao nos dá a matriz dele, e consequentemente as pessoas nao podem roubar deliberadamente ou fazer uso, replicar os códigos usados nos jogos.
Isso entra protecao de patente, direitos intelectuais.
O que aconteceu no caso foi que simplesmente o cliente MALA pegou um programador BANANA, e botou quente em cima do cara la (me desculpe a sinceridade, programador, mas voce agiu como um BANANA mesmo)
Nao estou denegrindo voce, carolina, mas o seu negocio exige que voce entregue a matriz.
Já o nosso, nao. Se eu desse minhas matrizes, ai ai ai… O que tinha de cara aqui ganhando as minhas custas eu nem imagino.
Entao so existe eu, assim como so existe voce, e da mesma maneira que eu nao dou nem a pau minhas matrizes dos meus flashes, vc nao dá nem a pau a sua essencia criativa.
Apenas a questao foi de interpretacao.
A quem ache que eu tou errado, ligue pra matriz da INTEL e peça a matriz de qualquer processador deles. Se derem, eu CALO MINHA BOCA PRA SEMPRE nesse assunto.
Eugenio Hertz - March 4th, 2009 at 6:03 pm
Caro Eugenio,
Alguns pontos.
O primeiro: eu também…
“1 – Gastei grana com anos de universidade
2 – Gastei muito tempo com estudos e práticas, e minha experiencia é advinda disso, e tenho de ser recompensado
3 – Todo o meu esforço é resultado do ponto 1 e 2, sem contar os niveis pessoais, onde eu conquistei amigos e fiz boas pontes de referencia… gente que me ajuda quando preciso, e fazem diferença na resolucao de um problema.”
Outro ponto: eu faço web também.
E a Intel não presta um serviço exclusivo para cada cliente. O chip que eu compro não é só meu, como é o caso (ou deveria ser, pelo menos) de um cliente de design, não importando se web ou não.
Você parece pessoalmente ofendido com a MINHA posição profissional, o que muito me espanta.
No próprio podcast, se você prestar atenção, me ouvirá claramente dizendo que esta é apenas a minha posição e que existem bons e respeitados profissionais que agem diferente.
Fico, portanto, com a impressão de que tudo que você quer é causar polêmica e gerar debate. E, francamente, não tenho tempo para isso.
E não, o meu negócio não exige que eu entregue matriz alguma. Posso, em impressos, perfeitamente entregar o PDF fechado para gráfica sem nunca abrir o meu INDD, por exemplo. Eu OPTO por entregar ao cliente os arquivos abertos também.
É uma postura COMERCIAL MINHA. É assim a MINHA relação com os MEUS clientes.
Faça você como achar melhor.
Sempre que perguntarem a minha opinião, ela será de que o cliente tem direito a tudo que é do trabalho que ele contratou, e que eu fiz com anos e anos de estudo (e experiência).
E que, justamente por eu ter todo esse estudo e experiência, o meu trabalho é bom e sólido e o cliente volta. Não porque precisa, mas porque quer.
É assim que EU trabalhe.
Faça você como achar melhor.
E larga do meu pé, chulé.
Carolina Vigna-Marú - March 4th, 2009 at 6:49 pm
Tenho a mesma postura da carol, e acredito que essa seja a mais correta também, entrego todos os arquivos que desenvolvi, porém, acho que o cliente não tem direito por exemplo, a todos os arquivos que fizeram parte do desenvolvimento… por exemplo fiz 4 layouts para aprovação, eu entrego apenas o aprovado, pois os outros o cliente não pagou por eles, e eu posso “reaproveitar” as ideias, ou algo assim.
Caso você opte por não entregar os fontes… deixe isso bem claro em um contrato, e faça o cliente assinar (deixe bem claro para o cliente também).
Diego Teixeira - March 5th, 2009 at 3:46 pm
Esqueci (denovo) de comentar, que caso você forneça somente o arquivo exportado, sem fontes, você deixa de ser um prestador de serviços, e passa a ser um vendedor de produtos…
Diego Teixeira - March 5th, 2009 at 3:48 pm
Diego,
Opa! Eu também só entrego o que foi aprovado!
E concordo contigo sobre o lance de serviços versus produto. Acho, aliás, que essa frase resume tudo o que eu penso melhor do que eu fui capaz de escrever.
Obrigada!
Carolina Vigna-Marú - March 5th, 2009 at 4:02 pm
Bom Carol, ae é um pouco da minha modalidade de texto mesmo. Reconheço, sou um pouco ácido as vezes. Mas em nenhum momento falei que voce é uma profissional desqualificada. Procura no texto e mostra aqui…
Falei que se vc quiser ser uma Madre Teresa (a quem interessa procurem quem foi a tal Madre), ae era de sua responsa. E pode ter certeza que falei claro mesmo. Se eu achasse que pra meu entendimento vc tem uma postura que denigre o profissionalismo, ja teria lido isso la no meu primeiro post.
Entao antes de começar com o mimimi, desarme-se, pq eu nao sou seu inimigo. Leia esse texto com calma, nao com pedras na mao.
——–
Quando eu tenho de fazer algum trabalho grafico eu entrego o cdr pro cara. Na boa sem encucar. As gráficas aqui pedem o .cdr, assim como milhares de gráficas tambem pedem a centenas de coleguinhas nossos no brasILL.
Agora quando voce me pede um puta trabalho onde eu vou quebrar a cabeça pra inventar uma logica de programacao que funcione, testar tudo, esquematizar, enfim, programar mesmo pesado, eu so vou entregar o FLA pro cara caso ele pague.
E o fato de voce afirmar que a intel não é seu cliente único e tal. Olha lamento mas isso é um ponto de vista meio torto.
A relacao cliente-produtor nao muda so porque o produtor atende a mais pessoas.
Caso voce esteja relacionando este seu ponto de vista ao entendimento que seu projeto foi personalizado, e portando so interessaria a aquele cliente X, é bom lembrar que o cliente X pode pegar seu trabalho, customizar, e se promover usando o código que vc fez para lucrar com outros clientes dele, isso tudo as suas custas, usando sua logica de programacao e seus codigos.
Um pedaço de código, ou mais importante, uma logica descritiva, é um bem da empresa. Existe toda uma lei de registro de propriedade inferindo em cima disso.
Há de crer também que o que ta em evidência nao é a relacao de “proximidade” com o cliente, mas sim a relacao da “compra”, e tão somente essa.
Quando alguem me pede “faça me um banner assim e assim”, ele recebe o banner que pediu, formato swf, perfeitinho e pronto pra uso.
Olha Carol, tou estudando game design em flash, e porra vou te contar viu, tou PIRANDO aqui. É muita dependência, muito código, coisa demais, e tou no começo só. (quiser te passo um material de estudo, tem no meu blog se te interessar)
No dia que eu tiver BOM, e se vc me pedir pra elaborar um jogo pra alguma campanha dos teus clientes, eu vou ralar pra burro pra te dar o melhor resultado, mas darei o swf. E com ele voce vai poder usar no site, e atingir a meta com seu cliente.
Eu sei que voce deixou claro que é sua opinião, contudo voce sabe como a comunicação é… E me preocupo em se algum dia um cara simplesmente vai gritar pra mim, exigindo tudo que é código fonte.
Consultei amigos que cursam computacao, e simplemente eles foram no mesmo tom “código fonte é propriedade da casa… cliente recebe o produto”.
Não é querendo te desmerecer, mas eu nao sei até que ponto voce entra ou entrou na programacao, ou sequer se voce programa (voce pode fazer web sendo somente designer, e nao programadora).
E nesse meio todo eu me vejo aqui com os pepinos que ja descasquei, e porra foi muita ralação. E dar isso de bandeja pro cliente?
Pelo visto voce faz uma distinção: se a empresa vende o soft pra varias pessoas, entao codigo fechado, mas se é pra uma so, código aberto…
Pois olha, esses postos de gasolina, livrarias e tal. Meus amigos ja fizeram sistemas pra eles, e por mais que exija mil adaptacoes pra cada um, nunca eles deram o código fonte.
Porque no fim o código é a matriz de tudo…
Quando um cliente pede uma peça a vc, ele quer o produto final, e nao tudo o que foi preciso pra fazer aquele projeto.
Como citei anteriormente, os negocios ganham destaque e são o que são pelo segredo comercial.
É uma formula culinaria da vovó, é um segredo, uma técnica que voce nao aprendeu na universidade, mas sim dos amigos, das conversas, das pesquisas, que foi um fruto diretamente seu.
Ae voce passa por isso tudo e dá de mão beijada a um cliente?
Voces que tao lendo este texto, entendem agora porque chamei a Carol de “Madre Teresa”?
Agora realmente, é da opcao de cada um dar ou não. Nao existem leis que OBRIGAM a DAR, nem leis que OBRIGAM a NÃO DAR.
Contudo o julgamento é pessoal, e se voce acredita que vai conseguir manter exclusividade ao dar os códigos de graça, ae é com vc, pq pra mim essa conta nao fecha.
E pro outro amiguinho que comentou sobre “serviço” e “produto”, vale esclarecer que:
Web designers não são prestadores de serviço, NAO NECESSARIAMENTE.
Prestador de serviço = Joao contrata Ted para atualizar o conteudo do site, onde o sistema ja existe na empresa do João, e Ted apenas vai produzir conteudo ao mexer nos textos, renovar as fotos, enfim vai apenas usar o sistema que João ja possui… ISSO É SERVIÇO.
Produtor = Joao contrata Ted para entregar-lhe um site completo, feito pelo proprio Ted, que quebra a cabeça pra fazer tudo… ISSO É PRODUTO.
Entao a Carol do blog aqui nao é NECESSARIAMENTE uma “prestadora de serviço”. Pelo que parece ela muito mais é produtora (vende) do que “prestadora de serviço”.
Espero nao ter deixado mágoas no coração de voces meninas maravilhosas da web (tou falando MESMO so das mulheres, so sexo feminino).
Beijo… me liga.
Eugenio Hertz - March 5th, 2009 at 4:51 pm
plus plus plus…
Ve so o mail que acabo de receber nesse momento…
Propaganda da Amayeta: SWF Encrypt (PROTECT YOUR SWF)
Carol que bom que voce ta com seu espaço, e o pessoal ta voltando. Mas na boa, pensa direitinho em tuuuudo que voce faz, pq porra eu vi um trabalho meu assim “roubado”, saca… um banner num forum, e eu GELEI na hora.
Pra vcs terem ideia, no meio de uma tonelada de texto, tava la meu banner, e o olho bateu MESMO EM CIMA…
Sensação terrivel, nao recomendo a ninguem !!!
Eugenio Hertz - March 5th, 2009 at 4:58 pm
Ai, Eugenio, cansei…
Em nenhum momento fiquei de mimimi, esse papel é só seu.
A questão de serviço x produtos se aplica sim. E o Diego não é meu “amiguinho”. As pessoas pensam por si próprias, e podem concordar ou não comigo ou com quem quer que seja sem ser amiguinho ou inimiguinho.
E a sua intenção é sim causar stress. E quer saber? Conseguiu! Você me torrou a paciência, rapaz.
Tenho certeza de que tenho muito mais idade e experiência que você. E olha, vou te dizer uma coisa, rapaz, tempo é posto, viu?
Quanto à questão em si: o seu conhecimento e experiência são só seus, independente se você entrega o código ou não para o seu cliente. A criatividade em perceber soluções é sua, ela não vai junto com o código.
Eu já tive trabalho meu roubado. Ano passado foram 16. Sim, dezesseis trabalhos roubados. Nenhum deles que eu tenha entregue para cliente. Todos por “espertos” na internet, entre eles inclusive um publicitário conhecido.
Quem quiser roubar o seu swf vai conseguir. O que não falta por aí é flash decompilers, alguns até mesmo gratuitos.
Você está sendo ingênuo, lamento.
E, lembre-se, sempre que você tratar o seu cliente como seu inimigo, é nisso que ele se tornará.
Então, recapitulando: você começa me chamando de “garota ae”, depois diz que eu sou a Madre Teresa (não preciso procurar, tenho um mínimo de cultura e leio jornal, meu caro rapaz), e conclui dizendo que eu fiz mimimi ao defender o meu ponto de vista. E ainda por cima chama o podcast de blog.
Olha, tá difícil, viu?
Vamos fazer assim: você vai lá, protege bem o seu código, trata o seu cliente como inimigo. Daqui uns anos a gente volta a se falar. ANOS, pelo amor de deus, tipo assim, em 2020.
Até lá.
Carolina Vigna-Marú - March 5th, 2009 at 6:03 pm
Que eu saiba, se um cliente te contrata para desenvolver algo, ele está contratando o seu serviço, e não comprando um produto seu… pois ele pagará pelo seu serviço de desenvolvimento, por mais que o resultado final, seja um produto. e foi exatamente isso que falei, se você é do tipo que entrega somente “O produto”, você passa a pagar ICMS, e não ISS, como eu, e acredito que como a grande maioria de freelas também.
Outra coisa, é o que foi falado acho que no Fala Freela do Calote…
Se o cliente está mal intencionado MESMO, não tem muito jeito, ele procurará um swf decompiler, ele fará a arte denovo, pegará os arquivos abertos no servidor, etc. Não importa se você entregou ou não os codigos fonte.
Por isso, ainda acho que a melhor “saída” pra isso, é ser transparente, e colocar tudo o que foi combinado no papel ( e as duas partes assinarem )
[]‘s
Diego Teixeira - March 6th, 2009 at 2:28 am
Carolina, se voce foi capaz de ler os meus ultimos 2 posts com essa postura agressiva desse jeito, entao deixa pra la.
Escrevi coisa demais, e evidentemente voce ta levando tudo na agressão, embora eu tenha deixado bem claro nos posts que eu nao estou te agredindo.
Até falei “que bom que voce ta sendo BEM PROCURADA”, e até citei como fiquei mal quando vi um misero banner meu ter sido roubado, sinal que eu demonstrei alguma preocupação em nao te ver desse jeito tambem.
Fora isso me dê algum desconto por nao ser vizinho seu, e nao te conhecer melhor. Contudo o fato de nao te conhecer nao invalida meu principio em nao querer que voce passasse por esse tipo de decepcao.
Esperei que apos estes 2 ultimos posts eu pudesse ter uma resposta menos agressiva que essa sua, mas se apos um calhamaço daqueles, vc me retornou isso, é obvio que voce escolheu nao absorver o que tinha de bom nele, entao deixa pra la.
Voce so me mostrou que para voce eu te tenho como uma irresponsável de marca menor, o que realmente não é verdade.
Deixei claro que nao existem leis que obriguem nem desobriguem ninguem a fornecer códigos fontes ou matrizes de qualquer espécie. Portanto entregar ou nao seria uma visão pessoal.
Contudo eu sigo a linha de raciocinio que as empresas dos softs que trabalho tambem seguem, a de não entregar as matrizes, mas apenas os produtos finais, e felizmente ATE HOJE nunca vi um cliente me dar qualquer real que fosse de cara amarrada, por mais que eu nao seja a opcao mais barata ou flexivel da minha pobre cidade.
Minha experiencia, mercado e tempo de atividade devem ser menores que os seus SIM, contudo isso nao me invalida de vir aqui e debater, pois estou tão em crescimento como qualquer 1.
Mil coisas me vem a cabeça, mas so as discutiria pessoalmente, porque qualquer coisa que eu diga aqui nao vai ser tão bem absorvida como se eu tivesse falando ao vivo.
E se eu quiser causar polêmica, eu farei com relacao ao assunto, e nao a pessoa de ninguem. Entao nao vou mais usar esse espaço pra falar disso, até porque mesmo depois de um post tao esclarecedor, eu nao quero ver mais outro de ataque.
Eugenio Hertz - March 6th, 2009 at 11:06 am
Para outro amiguinho que postou sobre “cliente pagando pelo desenvolvimento”..
Cara como esse assunto abre heim?
Penso assim… Se o cara quer um sistema de troca de imagens, e voce nao tem isso ja pronto, entao tu vai desenvolver so por causa do pedido.
Contudo o fato de ja ter ou nao, creio eu que tanto faz, porque o cliente ta te pagando pelo produto final.
Agora se ele quer o projeto inteiro, o que não tem nada de errado, entao ele acerta em contrato, como vc falou mesmo, e ae vc produz e entrega tudo a ele.
E importante ressaltar que a partir disso todos os direitos referentes ao uso e capitalização do produto ou projeto passam a pertencer ao seu cliente, MENOS o de propriedade intelectual, que é seu, pessoal e intransferível (checado: ISSO É LEI, OK).
Quer dizer que o cara vai poder usar o sistema de troca de imagens no site dele, e vai poder comercializar esse mesmo sistema (pois ele ja possui a matriz) no site de outros clientes DELE, sem ter que te pagar NADA a mais por isso.
PORÉM ele jamais vai poder registrar a autoria intelectual desse sistema, a qual te pertence, pois foi voce quem o fez. É lei isso, pode checar.
Contudo isso apenas te garante apenas uma “titulação” ou “nomeação”, como prefira chamar, onde voce nao possui qualquer direito sobre os lucros diretos ou indiretos resultantes das negociações e usos do mesmo pelo cliente que te pagou pelo desenvolvimento (que portanto tem a matriz).
Fui um pouco redundante de propósito, pq vcs sabem, leis sao “brecháveis” e “esticáveis” demais.
Para quem ficou curioso e quer ver até onde vão esses assuntos legais e repercussoes ligadas, verifiquem os casos dos DRMs (Digital Rights Management) dos games (problema com o game Spore da EA), ou músicas em mp3 (controvérsias do ZUNE e da I-Tunes store na epoca do inicio das operacoes).
Eugenio Hertz - March 6th, 2009 at 11:28 am
Olá pessoal, já tem vários podcasts publicados depois desse aqui, mas como eu ouvi ele hoje, eu gostaria de deixar um comentário sobre algo que ouvi logo no início: ENTREGAR O CÓDIGO FONTE DO SITE PARA O CLIENTE.
Eu tenho um critério pra isso. SE NÃO ESTÁ NO CONTRATO E O CLIENTE NÃO PAGOU PELO CÓDIGO, EU NÃO ENTREGO. Assim como eu não entrego o arquivo “aberto” do layout, a não ser que o cliente compre os direitos autorais dele.
Acontece o seguinte: o cliente já tem o código. Ele está todo no ftp, certo? E os dados de ftp ficam com o cliente, estes sim são dele. Ele pode, a qualquer momento, entrar lá e baixar.
Agora, no caso de um arquivo flash, utilizo a mesma política do layout: EU CRIEI, MINHA AUTORIA. Se ele quiser, pague meus direitos.
Não escondo coisas nem amarro os clientes, porém, SE EU CRIEI, É MEU. Você quer? COMPRE.
Um freelancer pode fazer contrato de prestação de serviços no seu cpf, e entregar pro cliente uma declaração dizendo: “declaro que Fulano, sob CPF nº tal e RG nº tal (ou, ‘empresa tal’ CNPJ nº tal, representada por Ciclano) , solicitou o seguinte serviço: (descrição do serviço), pagando por ele a importância de R$ xxxx,xx , em “n” parcelas de R$ xxx,xx , estando em dia com suas obrigações.
Pronto! Ninguém vai te processar ou te prejudicar, você deixou de ser informal e virou profissional.
obs: eu tenho empresa constituída, forneço nota fiscal e envio boleto para pagamento. Não é caro e não tem erro.
Micheli Santos - April 2nd, 2009 at 1:06 pm
Micheli, tou contigo e não abro.
“Ah voce quer? Então PAGUE!!!”
Nas épocas de universidade de administração, sempre vi surgindo livros de todas as espécies, e pessoas com as interpretações mais absurdas.
Há quem ache romântica a ideia de entregar tudo ao cliente, para que o mesmo se sinta a vontade, e nos contrate porque ele quer, e não porque o estamos prendendo, bla bla bla bla bla…
Tudo isso fica muito florido até você lidar com algum acessor de gerência, que literalmente muda A COR do SEU trabalho e fala pra chefia que foi ele que fez, ou aquele amigo que fala que quer apenas aprender, e no fim faz dinheiro com seu código, sem te passar nem uma moedinha de 10 centavos.
Tem de tudo nesse meio. Curioso é como milhares de empresas desenvolvedoras de sistemas, muitas vezes particulares, não entregam o código, mas sim o produto final, que é tudo o que interessa ao cliente.
Sem desmerecer de maneira alguma os designers gráficos que tem seus métodos particulares de criar, de entender, de visualizar… Mas quem senta a bundinha em uma cadeira, queima a visão das 8 da manha as 6 da noite, e fatalmente vai passar o resto da noite com códigos girando na cabeça (isso acontece frequentemente), sabe muito bem o peso e o PREÇO de uma programação bem desenvolvida, criativa, e que você não encontra em parte alguma da internet.
Ainda nao tive codigo meu roubado, mas ja sei a sensação de ver uma coisa sua saindo na net a custo zero, contra sua vontade, e voce se sente violentado mesmo.
Mas é isso ae!!! Afinal de contas, se dessemos os códigos, nao haveria mais porque ninguem programar nada. Bastaria contratar uma pessoa uma unica vez pra realizar um trabalho, e voce teria o sistema dos sonhos na mao pra fazer o maximo de grana que voce possa fazer.
Já quem quiser dar, dê ora. O país ainda é livre, até pra entregar trabalho de graça nas mãos de alguem. Só sei que eu não sou essa pessoa, e tão pouco me lembro de ninguem batendo a minha porta pra me dar nada pronto.
Beleza, bom fim de semana pra todos, e pi-ri-rim, e po-ro-ró.
Eugenio Hertz - April 3rd, 2009 at 1:17 am
Assunto complicado, controverso, e cheio de farpas.
Eu sou ilustrador e falo por mim, pelo meu tipo de trabalho.
Eu não entrego arquivo em layers, nem arquivo fonte de 3D, After Effects ou Illustrator.
Eu entrego uma arte em bitmap, fletada.
O motivo é muito simples: eu vendo o direito de veiculação da imagem, o licenciamento, e não o arquivo fonte.
O cliente que pede o arquivo fonte quer reutilizar as imagens indefinidamente, como já aconteceu com um colega meu, que está processando o cliente por uso indevido de imagem.
Se o cliente pede o arquivo em layers, eu posso até entregar, mas eu vou cobrar o triplo, e com cláusulas muito claras e bem definidas no contrato, para limitar o uso ao combinado, e nem um pelo a mais.
O ilustrador (veja bem, o ilustrador) que entrega (pelo mesmo preço) suas imagens em layers ou arquivo fonte, está dando um baita dum tiro no pé, com calibre 12, e ricocheteando esta bala no peito dos colegas, que são prejudicados com esta atitude.
E esta não é uma opinião pessoal, é uma regra do mercado internacional, exatamente como fazem os fotógrafos e bancos de imagem.
E eu não criei esta regra, eu aprendi trabalhando, tomando na cabeça de vez em quando, e também lendo os livros Legal Guide for the Visual Artist (de Ted Crawford), Handbook of pricing and ethical guidelines (da GAG – NY) e The Education of an Illustrator (de Marshall Arisman e Steven Heller).
Espero ter contribuido positivamente para este debate.
Abraços a todos (e todas)
Montalvo Machado - April 24th, 2009 at 11:29 pm
[...] FalaFreela #19 – Os segredos de coordenar trabalhos em grupo. Comments Off [...]
FalaFreela #19 | Carolina Vigna-Maru - July 27th, 2009 at 5:52 pm
A questão de entregar ou não entregar o código fonte, acho que tanto a colocação do Eugênio como a da Carolina podem estar certo e também errado.
De repente a Carolina desenvolveu um projeto não tão complexo (a questão da complexidade é relativa, o que é complexo para uns pode não ser para outros) e a remuneração recebida cobriu todos os seus custos (também uma questão relativa).
Já no caso do Eugenio, desenvolveu um projeto complexo (outra questão relativa) com várias ferramentas, recursos, etc, etc, por ele desenvolvidos (e que podem ser utilizadas em outros tantos projetos, inclusive por terceiros) mas que se praticado a remuneração justa (relativa também), não conseguiria fechar negócio com o cliente.
Situação 1: Visto que as ferramentas não foram criadas exclusivamente para esse projeto (podem ser utilizadas em outros tantos projetos, inclusive por terceiros), Eugenio pode optar por uma remuneração menor, porém, recusando-se a entregar os códigos, etc, etc, pois poderá vender outros projetos utilizando as mesmas ferramentas.
O custo menor representaria algo como o cliente ter as ferramentas em seu projeto com o devido direito de uso e a própria personalização para uso de acordo com as necessiades desse cliente.
Situação 2: Caso o cliente exija os códigos, Eugenio exigiria uma remuneração muito maior (exemplos que foram citados anteriormente: processadores, carros, games, flipbook, etc).
A relatividade em cada uma das situações está em compensar ou não receber por este ou outro trabalho executado, isso sem entrar na discussão sobre revenda dos códigos.
Portanto, os dois podem estar certos e os dois podem estar errados. Depende da situação.
Alberto - August 4th, 2010 at 6:37 am
[...] do FalaFreela indicados:#3, #8, #19, #25, #29 e [...]
Carolina Vigna-Marú » FalaFreela#54 – cobrança - May 9th, 2011 at 11:39 am
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