FalaFreela#16 – Teriam os programadores o DNA Freelancer?

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E fechamos o primeiro ciclo de episódios dedicados às profissões freelancers. Ouvimos músicos, ilustradores, redatores e, claro, programadores para dar as dicas básicas para quem já está ou quer entrar para a vida daqueles que são uma empresa de um homem só.
No episódio de hoje Mauro Amaral, Humberto Oliveira, Carolina Vigna-Marú & Rafael Apocalypse apresentam características, definições e dicas sobre a arte e técnica por trás dos códigos de programação. É verdade que programadores têm sempre jobs à sua espera? Que seu lado metódico os ajuda serem mais bem sucedidos na vida de freela? Meninas têm espaço nesse mercado? Dicas, truques e macetes em mais um episódio da 1/2 hora mais valiosa do seu dia.
Para ajudar você neste episódio, falamos de:
- Joel Spolsky, ex-funcionário da Microsoft e que agora tem sua própria start-up
- Blogblogs, o códex da blogosfera brasileira
- Metodologias de trabalho para programadores na Wikipedia: Scrum e XP
- CodeIgniter, a framework em PHP que o Rafael utiliza nos seus projetos
- ASP.Net, a frameword da Microsoft que o Humberto usa na maior parte do tempo
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6 comentários
Frameworks sempre são bem-vindos, porém acredito que toda pessoa que queira se interagir no meio dela, primeiramente domine ou pelos menos entenda os conceitos da linguagem em que ela é escrita. Vale a pena medir também, que cada framework tem seu nível de profundidade. Não vale a pena por exemplo, investir num framework pesado em um site apenas promocional, onde não tem vida após o fim do projeto. Dentre os frameworks, recomendo o Zend para o PHP, Rails para Ruby, ASP.NET, JSF para Java. Existem também os frameworks para gadgets Javascript, tais como o JQuery, Dojo, YUI e Google Webmasters. Espero ter ajudado, abraços!
Renato Gil - December 18th, 2008 at 1:16 pm
[...] FalaFreela 16 [...]
FalaFreela #16 | Carolina Vigna-Maru - February 9th, 2009 at 9:37 am
O que acho pior da vida de freela em programação são os orçamentos mesmo. O cliente sempre quer muito por muito pouco… nunca consegui trabalhar por mais de 30,00/hora e nunca consegui calcular realmente correto o tempo de produção do sistema em horas, sempre excede…
Rúbia Gardini - April 7th, 2009 at 11:32 am
Revejam a idéia de programar sozinho.
Equipes adeptas do xtreme programing trabalham muito com o pair programing, a programação em dupla.
wikipedia:
“é a programação em par/dupla num único computador. Geralmente a dupla é formada por um iniciante na linguagem e outra pessoa funcionando como um instrutor. Como é apenas um computador, o novato é que fica à frente fazendo a codificação, e o instrutor acompanha ajudando a desenvolver suas habilidades. Desta forma o programa sempre é revisto por duas pessoas, evitando e diminuindo assim a possibilidade de erros (bugs). Com isto busca-se sempre a evolução da equipe, melhorando a qualidade do código fonte gerado.”
Abs a todos e parabéns pelo trabalho.
Victor - May 11th, 2009 at 4:38 pm
A dificuldade do programador é que o cliente acha que é tudo muito fácil e que basta ler uma revistinha que já se aprende a programar. Os “sobrinhos” então deixam essa marca ainda mais forte.
Lucas - July 20th, 2009 at 12:52 am
Como o Lucas falou, os sobrinhos quebram o mercado! Depois os possíveis contratantes falam que cobramos caro quando falamos em R$40 a hora. Só que devemos lembrar que o sobrinho normalmente não termina o que começou e depois somos nós, Verdadeiros Profissionais, que temos que arrumar tudo. Orçamento é complicado, mas nunca deixe de cobrar o quanto você estima pelo seu trabalho, pois quem ja possue experiência com sobrinhos, nunca mais procura um! Valorize sua graduação, seu colegial técnico, suas horas em frente do computador estudando códigos, métodos, procedimentos, algorítimos. Profissionais “Somos nozes!” Abraço
Eduardo Pessoa - September 1st, 2009 at 4:54 pm
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